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OVNIs visto na China, em quatro meses foram oito (Arq.X)

Oito OVNIs foram vistos na China em quatro meses – estariam os alienígenas preparando um ataque ao país?

Oito OVNIs
Um relatório recente afirmou que um aeroporto chinês teve que desviar aviões de passageiros para evitar a colisão com um OVNI este mês. Em quatro meses, este foi o oitavo OVNI avistado na China. O que isso poderia significar? As supostas naves extraterrestres estão querendo invadir o país e matar todos os chineses?
Segundo especialistas no assunto, embora tantas visões no mesmo lugar pareçam estranhas às pessoas, esse é um padrão comum dos OVNIs. Esses períodos são chamados de “ondas” e ocorrem quando os avistamentos são sempre nos mesmos locais.
Uma explicação dada pelos ufólogos esse padrão é que os supostos alienígenas, por qualquer motivo, visitam mais vezes a Terra durante esses períodos.
Felizmente, há uma explicação melhor para o que aconteceu na China, que combina psicologia, cultura pop e mídia. Segundo cientistas, as observações são muitas vezes alimentadas pelos meios de comunicação de massa. As pessoas lêem, ouvem e assistem as notícias, ou produtos fictícios, e a teoria espalha de pessoa para pessoa. Dessa forma, algumas delas começam a “vê-los” quando na verdade estão apenas sob influência do meio em que estão.
Isso não sifgnifica que as aparições são necessariamente boatos. Porém, as pesquisas têm demonstrado que quando você diz às pessoas o que elas têm que procurar, elas muitas vezes vêem aquilo que estão procurando, mesmo que a coisa não exista. É um processo psicológico comum e bem compreendido.
Por exemplo, um ufólogo americano pesquisou relatos de OVNIs que ocorreram nos EUA em abril e maio de 1952. Quando isso aconteceu, uma das principais revistas do país, a “Life”, tinha acabado de publicar um artigo sobre OVNIs. Milhares de pessoas compraram a revista.
Seria mera coincidência que algumas delas relataram ter visto coisas estranhas no céu logo após a leitura de um artigo popular que sugeria que os OVNIs poderiam ser vistos no céu? Será que, na China, após o primeiro relato de OVNI, as pessoas de repente ficaram mais “conscientes” daquilo que viam nos céus?
Outras evidências que a apóiam a explicação psicológica vem do fato de que muitos dos relatos chineses têm sido “desmascarados”. As aparições extraterrestres são na verdade fenômenos astronômicos, testes militares, e outros. Por exemplo, alguns dos relatos de OVNIs eram exatamente a descrição da aparência e da posição de Vênus. Um astrônomo de um planetário chinês também descobriu que algumas das fotos de OVNIs eram na verdade reflexos de luzes exteriores criados pelas lentes da câmera dos telescópios.
Por enquanto, só o tempo vai dizer se as aparições extraterrestes na China foram uma onda de OVNIs, ou apenas um efeito psicológico criado pelos veículos de comunicação. A esperança é a última que morre; quem sabe os alienígenas resolvam se revelar para os humanos ainda esse ano
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OVNI FILMADO EM PRAIA DA SICILIA ITALIA 2017

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Alerta OVNIs Ufos

Pelo menos na imaginação de muita gente, os objetos voadores não indentificados são naves de outros planetas. A ciéncia não leva isso a sério, mas algumas aparições nunca foram bem explicadas. Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso

 

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OVNIs Vistos pela força Aerea entre São paulo, São Jose dos Campos e Rio de Janeiro (Arquivo)

OVNIS SÃO PAULO SÃO JOSE E RIO

noite de 19 de maio 1986 
O conjunto de incidentes do tipo avistamento registrado em 19 de maio de 1986 é um dos mais conhecidos do repertório da ufologia brasileira, por ter sido observado e comentado oficialmente pelas Forças Armadas. 
Na ocasião, os avistamentos foram tantos que as autoridades da Aeronáutica chegaram a afirmar que o espaço aéreo brasileiro havia sido invadido por vinte e um objetos de origem desconhecida, os quais:
  • foram detectados pelos radares
  • foram acompanhados por aviões a jato
  • comprovadamente se movimentavam em altas velocidades e acelerações, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundo, sem causar o estrondo característico,
  • mudavam de cor e de trajetória - “subiam, desciam, faziam curvas em ângulos retos (90°) em altíssimas velocidades, sem deixar rastros como as aeronaves convencionais, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro lugar”, nas palavras de um dos sargentos encarregados do controle de tráfego aéreo naquela noite,
  • acompanharam o vôo de diversos aviões,
  • causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas,
  • saturaram os radares,
  • causaram interferências nos equipamentos de aeronaves civis e militares.
A seqüência oficial dos fatos - a partir da “Área 51 Brasileira” 
Nas horas finais da tarde, Douglas Avedikian, controlador de vôo do CINDACTA em Brasília, recebeu o comunicado de um avião Bandeirantes que questionava à Central de Controle do Trafego Aéreo se havia alguma outra aeronave voando em suas redondezas. A resposta foi negativa. Pouco depois, era ouvida a voz do piloto em pânico relatando que várias luzes passavam bem em sua frente. 
Logo em seguida, o piloto de um avião da Transbrasil que naquele momento sobrevoava a cidade de Araxá-MG, afirmou estar em contato visual com várias luzes. A partir desse momento, o Cindacta passou a receber vários telefonemas das torres de controle do interior paulista (incluindo Pirassununga, Ribeirão Preto e São José dos Campos). Não havia dúvidas e a FAB iniciou seus protocolos de prontidão especial. 
O primeiro contato oficialmente registrado naquele 19 de maio ocorreu visualmente no início da noite, a partir da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos. A partir daí foi seguido o protocolo operacional normal no caso de avistamento de objetos não previstos pelo controle de tráfego aéreo, com solicitação de observação a partir de uma aeronave militar que já se encontrava em vôo na região - casualmente, levando a bordo o Coronel Ozires Silva, que pouco antes havia deixado a presidência da Embraer. O comandante da aeronave, Alcir Pereira da Silva, e o coronel Ozires confirmaram ver também objetos luminosos. Mais tarde, Ozires Silva declarou:
Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área. Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso. Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade. 
As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta. Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada. (…) Está registrado em fitas pelo radar.
De forma independente, mas simultânea, às 21:14 o controle de radar de São Paulo percebeu contatos não identificados no radar, e também seguiu o procedimento usual, informando ao CINDACTA de Brasília, que às 21:20 confirmou também estar captando os sinais no radar. 
Com a confirmação independente por 3 bases, sendo uma delas inclusive via contato visual, o protocolo exigia medidas imediatas, e o primeiro jato F-5E de prontidão, pilotado pelo tenente Kleber Caldas Marinho decola às 21:23 da Base Aérea de Santa Cruz-RJ, rumo a São José dos Campos. Às 22:45, o radar local da base aérea de Anápolis-GO detecta os sinais, e um Mirage (que havia sido ativado após as primeiras comunicações, na hora anterior) decola, pilotado pelo capitão Armindo Souza Viriato de Freitas, e seguido por outro F-5E pilotado pelo cap. Márcio Brisola Jordão. 
imageSomente às 23:15 o primeiro avistamento foi reportado pelas aeronaves de intercepção. O tenente Kleber identifica as “bolas de luz” e entra em protocolo de perseguição, ao mesmo tempo em que o segundo Mirage levanta vôo em Anápolis. Cinco minutos após o contato visual, o tenente Kleber identifica pela primeira vez a presença de seus contatos também no radar de bordo - que pode ser aferido posteriormente pela caixa preta, afastando assim as hipóteses posteriores de alucinações ou ilusões de ótica. Às 23:36, o terceiro Mirage decola de Anápolis. 
Seguiram-se as manobras descritas acima, que chegaram a envolver até 13 “pontos luminosos” simultâneos, às vezes em manobras evasivas e outras vezes perseguindo as aeronaves da FAB. Esta informação não constou dos relatos oficiais, mas foi confirmada posteriormente: em um momento em que o F-5E era seguido por treze “pontos”, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se também que um dos objetos veio em alta velocidade e, de repente, fixou-se bem à frente do avião, em rota iminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente apavorado. 
Tendo em vista o número de estados em que houve avistamentos e o número de pessoas envolvidas, uma situação rara ocorreu: o Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, então Ministro da Aeronáutica, fez um pronunciamento público sobre o assunto:
Entre 20:00 horas (19/05) e 01:00 hora (20/05) pelo menos 21 objetos foram detectados pelos radares brasileiros. Saturaram os radares e interromperam o tráfego na área. Toda vez que os radares detectam objetos não-identificados os caças levantam vôo para identificação. Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica. Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos. Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre. A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil. É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros.
Em seguida o major aviador Ney Antônio Cerqueira (chefe do Centro de Operação da Defesa Aérea – CODA) declarou: “Não temos condições técnicas operacionais para explicar. O aparecimento desses objetos nas telas dos radares é inexplicável… As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudados para posteriores conclusões.” 
Ainda assim, mesmo com pronunciamento do ministro e promessa de estudod aprofundados, a doutrina oficial exigiu a tradicional mudança de discurso, e já no dia seguinte o comandante do IV COMAR dizia à imprensa: “Pode ser que se explique por uma disfunção eletrônica dos radares, há muitos anos esses casos vêm sendo registrados.” E logo surgiram astrônomos e físicos com a desinformação oficial: meteoros, planetas, reflexos, etc. Os estudos posteriores jamais foram divulgados ao público. 
O que jamais veio a público: OVNIs no Brasil 
Ainda na madrugada de 20 de maio, os registros em videotape, as fitas originais dos radares de vôo e de solo, e as gravações de rádio das torres e aeronaves envolvidas foram recolhidas em uma sala colocada sob vigilância contínua na base de Anápolis. Uma equipe formada integralmente por militares da ativa (da aeronáutica e do exército) foi formada e recebeu ordens de deslocamento imediato. Como se tratavam essencialmente de oficiais engenheiros ou com formação tecnológica, muitos integrantes de equipes técnicas da EMBRAER e muitos alunos do ITA e do IME nas semanas seguintes receberam desculpas variadas sobre a ausência prolongada de seus instrutores e supervisores. 
 Um major aviador da aeronáutica, na época aluno do ITA e hoje membro do WMBI em São José dos Campos, recorda que nos primeiros dias as informações oficiais eram de que diversos instrutores estavam com as mais variadas doenças - de cálculo renal a infecção alimentar. Na segunda semana, todas as desculpas foram unificadas: “razões pessoais”. E alguns dias depois adotou-se o discurso de “missão classificada”. Os instrutores foram substituídos até o final das cadeiras, e só retornaram no ano seguinte. 
Naturalmente recolher os registros necessários para as análises não era suficiente para garantir o acobertamento, e durante todo o dia 21 de maio os CINDACTAs e demais centros de controle de tráfego copiaram suas fitas dos 2 dias anteriores, suprimindo das cópias os trechos “quentes”, e enviaram os originais também para Anápolis, a “área 51 brasileira”. Não era necessário alertar os pilotos civis para guardarem discrição sobre o que haviam presenciado, pois todos sabem das conseqüências pessoais e profissionais que se seguem a quem quebra o “código de silêncio” sobre estes assuntos; ainda assim, as direções de todas as companhias aéreas cujos pilotos haviam relatado contatos não identificados no dia anterior foram discretamente avisadas da importância de um comportamento mais discreto que o usual. 
O “debriefing” dos pilotos militares e pessoal de terra, bem como a análise das gravações, iniciou já no dia 20, com as técnicas usuais de entrevista individual, registro, comparação cruzada e nova entrevista em grupos. As imagens e gravações não eram conclusivas, pois foram captadas por aparelhagem desenvolvida para registrar tráfego de aeronaves comuns. Ainda assim, já nas primeiras 2 semanas foi possível determinar de forma conclusiva alguns fatos, entre eles:
  • Pelo menos 21 objetos diferentes foram captados.
  • Eles se deslocaram comprovadamente sobre o espaço aéreo do Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Nenhum objeto foi detectado sobre o Distrito Federal.
  • O primeiro registro em radar ocorreu às 19:54, e não foi percebido pelos operadores do CINDACTA. O último registro ocorreu às 4:20 da madrugada do dia 20, sobre o oceano Atlântico no litoral paulista.
  • Foram detectadas anomalias magnéticas e sismográficas em todos os estados afetados.
  • Houve avistamento por civis em Terra registrados em todos os estados.
  • A velocidade máxima dos objetos não pôde ser medida. Comparando os depoimentos dos pilotos com os registros dos radares, percebeu-se que nos momentos em que os radares registram desaparecimento súbito do objeto, os pilotos relatam afastamento a velocidades extremamente altas.
  • Os objetos em alguns momentos voam em formação, e em outros voam de forma completamente independente. Foram identificados padrões de formação complexos, com alternância de posições entre os integrantes da “esquadrilha”.
  • Registros visuais e de radar confirmam manobras de alta velocidade impossíveis para aeronaves terrestres conhecidas. As manobras incluem inversão súbita de sentido (equivalente a uma mudança de 180 graus no sentido - como uma “marcha a ré” em pleno vôo), variações súbitas de 90 graus na direção e vôo estacionário.
  • Segundo o radar de solo, um dos objetos emparelhou com um dos Mirages durante mais de 4 minutos, à mesma altitude e distância lateral de menos de 50 metros. O piloto nada percebeu.
  • Ao término de suas atividades, 14 dos objetos se afastaram em formação de baixa velocidade sobre o oceano Atlântico, sendo acompanhados até o limite de 200 milhas por uma das aeronaves da FAB. Os demais pontos se uniram em um só, que passou a evoluir em padrão triangular sobre a chapada Diamantina por cerca de 10 minutos, desaparecendo subitamente do radar no momento em que foi dada a ordem para decolagem de um Mirage adicional para persegui-los.
  • Relatos sobre a conformação dos objetos são conflitantes, variando de formatos triangulares a discóides, completamente metálicos ou com janelas aparentes, e um dos pilotos declarou que o ponto perseguido por ele era imaterial, sendo constituído puramente de energia luminosa.
Os pilotos e pessoal de terra receberam cada um as instruções de quanto poderiam revelar e que detalhes deveriam ser confirmados “em off” de forma a não comprometer o acobertamento, gerando no público a informação de que se sabia muito menos do que realmente foi apurado. 
Subitamente, no início da terceira semana de junho, um grupo de “consultores” norte-americanos foi incorporado à equipe, e iniciou suas próprias atividades copiando todos os registros e refutando as conclusões já existentes naquele momento. O major aviador da FAB que comandava a equipe viu-se na situação de não poder dar ordens diretamente a um dos membros da equipe norte-americana - um dos “coronéis instantâneos” da CIA - e solicitou providências a seu comando. E as providências não tardaram: ele foi promovido e imediatamente transferido para uma função administrativa no Rio de Janeiro. Ao tentar contatos extra-oficiais com outros membros de sua equipe técnica em Anápolis nas semanas seguintes, descobriu que todos os oficiais integrantes haviam sido promovidos e transferidos, exceto no caso dos oficiais instrutores, que haviam sido promovidos e colocados em lotações temporárias em diversas bases aéreas separadas, até o início do próximo período letivo em suas lotações permanentes. Ou seja: a equipe foi desmantelada, e nenhum dos integrantes originais foi mantido em contato com os demais. Nada de incomum - de fato, procedimento padrão. E nosso recém-promovido Tenente-Coronel aviador da FAB sabia que não devia continuar fazendo perguntas. 
Anos depois, sua carreira o levou novamente a um posto em Anápolis, com acesso aos registros oficiais da base. Quando teve oportunidade, procurou pelos arquivos relativos a aquelas semanas de 1986. E o que ele encontrou? Registros do rancho, deslocamento de oficiais, sua própria transferência para o Rio de Janeiro logo após a chegada de um grupo de “oficiais visitantes” dos EUA, e nada mais. Como esperado, os registros desapareceram em pleno ar, e hoje devem residir em alguma área secreta no deserto de Nevada, junto com tantos outros. 
E como eu disponho de todas estas informações? Muito simples: aquele oficial logo depois foi afastado e removido compulsoriamente para a reserva da Aeronáutica sem chance de completar uma carreira sem nenhuma mácula, sem receber nenhuma explicação ou mesmo uma oportunidade de fazer perguntas. Logo em seguida passou a integrar os quadros do WMBI, lutando para que informações como estas não se percam. E hoje assina este artigo, compartilhando com todo o público as suas memórias sobre o maior evento ufológico registrado no Brasil.
Veja o video :

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Alerta OVNIs Ufos

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Casos ufológicos surpreendentes e famosos que deixaram evidências físicas

ALERTA OVNI UFO MARCA D AGUA

 

Nem tudo sobre OVNIs se resume a relatos, fotos e filmagens, já existiram muitos casos, principalmente na era de ouro da ufologia, em que evidências físicas eram deixadas após um avistamento.

ALERTA OVNI UFO MARCA D AGUA 02

 

Sejam marcas de pouso ou fragmentos das naves, o fato é que esses casos incríveis alimentam a imaginação de crentes e ufólogos até os dias de hoje. Abaixo um pequeno resumo de casos impressionantes que deixaram algo para trás.

 

Marcas de aterragem perto do Lago Anten, Suécia em 30 de agosto de 1970.

Três marcas redondas da aterragem em uma formação triangular foram encontradas no jardim da fazenda de Richard Johansson perto do lago Anten, Suécia. Várias testemunhas da área viram uma estranha luz vermelha, quase do tamanho da Lua, naquela mesma noite. As amostras de solo foram colhidas e analisadas, com os resultados apontando um nível elevado de radiação gama no solo das marcas de pouso.

 

 

 

Incidente Westall, mais de 200 alunos testemunham objetos em forma de pires em 6 de abril de 1966 em São Paulo, Brasil.

Mais de 200 estudantes e funcionários de duas escolas observaram um objeto que pousou em um área próxima, e depois levantou e desapareceu. Era um objeto brilhante, cinza-prateado, voando baixo, e com a forma clássica de pires, “uma xícara virada de cabeça para baixo em um pires” disse uma testemunha. O OVNI parece ter deixado um círculo de grama queimada.

 

 

 

OVNI de Near Tully, em 19 de janeiro de 1966 em Near Tully, Austrália.

O caso Tully tem um lugar muito especial na historia da ufologia. O famoso caso foi o predecessor dos atuais Crop Circles. Na época a noticia varreu a Austrália, pois até então nunca um OVNI tinha deixado uma marca em plantação (pelo menos não desse jeito). Um fato interessante, é que os britânicos que afirmaram ser os caras que falsificaram os primeiros círculos em plantação, admitem que basearam sua ideia neste caso.

 

 

Artefato de metal encontrado após encontro próximo na Ilha de Vaddo, Suécia em 11 de novembro de 1956.

Stig Ekberg e Harry Sjoberg estavam dirigindo na Ilha de Vaddo, na Suécia, quando foram abordados por um objeto em forma de esfera achatada. Ele parou no meio da estrada, cerca de 100 metros em frente deles. Após cerca de dez minutos, o objeto levantou voo e sumiu rapidamente. No local do pouso, as testemunhas encontraram uma “rocha” brilhante que ainda estava quente. Era um pedaço de metal de três lados do tamanho de uma caixa de fósforos, e era pesado. Após análise, verificou-se que o objeto era composto de carboneto de tungstênio e cobalto.

 

 

O artefato alienígena de Bob White, caso de 1985 acontecido em Near Grand Junction, Colorado, EUA.

White e um amigo estavam dirigindo de Denver para Las Vegas, quando testemunharam um objeto voando a cerca de 100 metros à sua frente, segundo Bob, o objeto “era enorme… absolutamente enorme”. Enquanto a nave pairava, White notou uma luz laranja caindo no chão. Aparentemente era um objeto em forma de uma lágrima deixado pelo OVNI.

 

 

 

Fonte: UFO Evidence

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OVNI gigante foi capturado em vídeo sobre a cidade de Cleveland, Ohio em 11 de abril de 2017

Um OVNI colossal foi capturado por uma webcam, que grava e transmite ao vivo pela internet, imagens da cidade de Cleveland, EUA. O objeto paira sobre a cidade e demonstra uma forma bem peculiar.

 

FILMADO NO EUA

Este OVNI foi capturado em uma câmara ao vivo pelo usuário do YouTube e pesquisador de UFOs Orlando Bosca.

Ele pegou imagens deste OVNI enquanto o objeto estava pairando, como se estivesse investigando o local.

 

 

OVNIs são vistos frequentemente sobre áreas que contenham água, e segundo o entusiasta e ufólogo Scott C. Waring, isso acontece porque se escondem abaixo da água até que estejam prontos para continuar com sua missão.

 

 

Fonte: Ufo sightings daily

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OVNI escuro filmado em pleno dia em estrada de Morelia, no México

Estranho disco de cor escura foi capturado em vídeo por uma testemunha em um estrada no México, a noticia foi divulgada pelo site jornalístico “MiMorelia.com”.

 

OVNI escuro filmado em pleno dia em estrada de Morelia, no México

Redação/Noticia: “Nos últimos dias foi visto um objeto voador não identificado (OVNI), em plena luz do dia, ao norte da cidade de Morelia. De acordo com o usuário que capturou as imagens, foi no dia 27 de março, quando foi observado este objeto preto e circular estranha.”

“O OVNI apareceu ao longo do Rodoanel na altura do Tecnológico de Morelia, por causa do tráfego não pude fazer uma gravação mais longa”, explica em seu vídeo Carlos Arriola.

O vídeo foi enviado para um site dedicado a estudar fenômenos paranormais e OVNIs. Enquanto o resultado da investigação não sai, fica por conta de você leitor imaginar o que possa ser esse objeto.

 

 

Fonte: Mi Morelia

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Ovnis Ufos - Relatos antigos e modernos

Ovni em direcao a terra
Desde os tempos mais antigos, os homens relatam ter visto estranhos objetos no céu. Um Faraó supostamente viu círculos ardentes nos céus, e os índios americanos possuem lendas de canoas voadoras. Os primitivos romanos relataram ter visto escudos voadores. Segundo algumas interpretações das esculturas astecas, o deus Quetzalcontl chegou supostamente à Terra usando um capacete espacial bicudo e numa aeronave em forma de serpente.
Em 1561 e 1566, segundo relatos antigos, “multidões” de habitantes de Basiléia, na Suíça, e de Nurembergue, na Alemanha, supostamente viram objetos incomuns nos céus. No entanto, em 1896 e 1897, algo muitíssimo extraordinário aconteceu nos Estados Unidos. Pessoas, em todo o país, relataram ter visto uma aeronave voando sobre elas. Disse-se então: “A América jamais experimentou algo semelhante ao excitamento gerado pela misteriosa aeronave.” Tais vistas aconteceram em grandes cidades, bem como em povoados por todos os Estados Unidos, começando na Califórnia. O ponto interessante, afirma o livro The Great Airship Mystery (O Mistério da Grande Aeronave), é que “a história conhecida sobre o vôo nada contém a respeito dum dirigível de amplo alcance nos Estados Unidos, em fins dos anos 1890”.
Uma das histórias mais minuciosas e amplamente divulgadas proveio de uma cidadezinha do estado de Kansas, EUA, em 1897. O relato menciona que Alexander Hamilton, um cidadão da localidade, descreveu uma aeronave que desceu em seu curral de vacas. Quando a espaçonave finalmente alçou vôo, a tripulação levou uma das novilhas. Mais tarde, a 5 ou 6 quilômetros estrada abaixo, um vizinho “encontrou o couro, as patas e a cabeça dela em seu campo”. No entanto, muitos anos depois, tal história foi reimpressa e exposta como fraude.
Relatos como os acima, quer inventados, quer supostamente reais, têm sido reimpressos em livros recentes sobre o assunto. Muitos destes relatos, que datam daquele período anterior à virada do século 20, talvez ficassem esquecidos em poeirentos arquivos de jornal se não fosse pelos notáveis eventos paralelos que começaram a ocorrer mais de 40 anos depois. Foi então que as pessoas passaram a lembrar-se e a pesquisar estes eventos anteriores, e começaram a notar marcantes similaridades.
OVNIs nos Tempos Modernos
O assunto foi reavivado nos tempos mais modernos durante a II Guerra Mundial, quando pilotos dos bombardeiros aliados relataram ter visto “estranhas bolas de luz e objetos em forma de disco [que] os seguiam, à medida que voavam sobre a Alemanha e o Japão”. Os pilotos americanos os chamavam de foo-fighters [combatentes de fogo], termo derivado da palavra francesa feu, que significa “fogo”. Embora a II Guerra Mundial (1939-45) terminasse, e, junto com ela, os foo-fighters, histórias sobre a visão de estranhos objetos continuaram a ser relatadas.
Na Europa Ocidental, e nos países da Escandinávia, foram alegadamente vistas aeronaves sem asas, chamadas de foguetes fantasmas. Eles eram muitas vezes descritos como deixando rastos de chamas pelo céu. Em resposta a tais relatos, até mesmo os Estados Unidos “sentiram-se compelidos a mandar dois altos peritos em inteligência militar à Suécia”. As histórias acima eram apenas o começo. Foi Kenneth Arnold, um piloto civil e comerciante, quem fez o relato que pareceu surpreender o mundo e que deu início à era dos discos voadores. Em 24 de junho de 1947, relatou-se que ele viu “uma esquadrilha de nove aeronaves peculiares aproximar-se de MTe. Rainier [Estado de Washington, EUA ]”. Elas foram descritas como “objetos semelhantes a discos”, sendo “achatadas como uma forma de torta e tão brilhantes que refletiam o sol, como se fossem um espelho”. Relatou-se que ele cronometrou a velocidade delas “como de cerca de uns 1.900 quilômetros horários”. Isto era bem mais rápido do que os aviões a jato voavam naquele tempo.
O uso da palavra “disco” agradou as mentes imaginativas da imprensa pública e resultou no termo, agora comum, de “disco voador”. Depois da divulgação mundial deste relato, muitos que tinham visto objetos estranhos no céu começaram a contar suas variadas histórias. Isto, junto com outras visões de objetos, mereceram a atenção das autoridades militares.
A Investigação Feita Pelo Governo dos Estados Unidos
Pelo visto, por recomendação de uma alta patente militar, os OVNIs (ou UFOs) por fim mereceram a atenção oficial por parte do Governo dos EUA. O resultado foi o estabelecimento do Projeto “Sign” (Sinal), que começou a funcionar em 22 de janeiro de 1948. Este grupo de investigação recebeu a tarefa de trabalhar sob a direção do Comando Aéreo de Inteligência Técnica, localizado próximo de Dayton, Ohio, EUA. O projeto mal havia iniciado quando assolou a tragédia. O Capitão Thomas Mantell, piloto militar, perdeu a vida num desastre de avião, quando perseguia um objeto não identificado então. Ele talvez tivesse perdido os sentidos ao voar alto demais sem o benefício de oxigênio suplementar. Mais tarde soube-se que ele talvez estivesse perseguindo um balão Skyhook de pesquisas.
No entanto, novo objeto avistado por dois pilotos da “Eastern Airlines”, junto com a morte daquele piloto da Força Aérea, alimentaram ainda mais a crescente preocupação com os OVNIs. Segundo o informe, um avião da “Eastern Airlines” tinha partido de Houston, no Texas, e dirigia-se para Atlanta, na Geórgia, quando o piloto se viu subitamente obrigado a fazer uma rápida manobra evasiva para desviar-se da “fuselagem de um B-29 sem asas”, que passou à sua direita. Um dos passageiros e vários observadores de terra pareciam dar maior credibilidade à história.
O grupo do Projeto “Sign” finalmente publicou um informe que deixou alguns desapontados. Mais tarde, foram substituídos alguns membros da equipe que mostravam simpatizar com o ponto de vista de que os OVNIs eram reais, e deu-se ao projeto um novo título — “Projeto ‘Grudge’”. No entanto, durante este período, a crença na existência de OVNIs atingiu novo pico quando o major aposentado Donald E. Keyhoe escreveu um artigo intitulado “Os Discos Voadores São Reais”. O relato foi publicado no número de janeiro de 1950 da revista True, e esse número teve ampla circulação. Daí, aumentando o interesse já amplo, True publicou outro artigo, do comandante naval R. B. McLaughlin. O artigo intitulava-se “Como os Cientistas Rastrearam os Discos Voadores”. Esse entusiasmo foi efêmero — outras revistas, Cosmopolitan e Time, publicaram artigos desmascarando os OVNIs. Graças a tais artigos, e a poucas ocorrências de vista de objetos, o interesse diminuiu. Daí veio 1952, um ano notável na história dos OVNIs.
1952 — O Ano dos OVNIs
O maior número de vistas de OVNIs recebido pelo Comando Aéreo de Inteligência Técnica dos EUA foi registrado em 1952: 1.501. No início de março de 1952, devido a crescentes números de tais vistas, a Força Aérea dos EUA decidiu criar um órgão distinto, chamado Projeto “Blue Book” (Livro Azul). Durante aquele ano de intensa atividade de OVNIs, foram muitos e variados os objetos vistos.
Uma de uma série de vistas especialmente notáveis começou perto de Washington, DC, nas horas por volta da meia-noite de 19 e 20 de julho. Informou-se que “um grupo de objetos voadores não identificados apareceu em dois osciloscópios de radar do Centro de Controle de Tráfego de Rotas Aéreas do Aeroporto Nacional de Washington. Os objetos, de início, moviam-se lentamente . . . e então disparavam a ‘velocidades fantásticas’”. Os objetos vistos a olho nu correspondiam às indicações no radar. Relatou-se adicionalmente que se tentou interceptá-los, mas “os objetos desapareceram quando os jatos se aproximaram”.
Em 1966, creditou-se a Gerald R. Ford, então congressista de Michigan, o pedido de uma nova investigação federal dos OVNIs. Isto em resposta a um certo número de OVNIs avistados em seu estado. O resultado foi outro estudo realizado pela Universidade do Colorado. O Dr. Edward U. Condon, destacado físico, assumiu a supervisão desse trabalho. Em 1969, ao se concluir o estudo, publicou-se o Relatório Condon. Entre outras coisas, este dizia que “não surgiu nada, do estudo dos OVNIs nestes últimos 21 anos, que tenha contribuído para o aumento do conhecimento científico . . . que extensivos estudos adicionais dos OVNIs provavelmente não possam ser justificados, na expectativa de que a ciência progrida desse modo”.
Isto pôs fim ao envolvimento oficial do Governo dos EUA no estudo dos OVNIs, e, em adição, tendeu a esfriar a curiosidade pública. No entanto, não pôs fim à controvérsia sobre os OVNIs, nem foi o fim das visões de OVNIs. Segundo certo informe, “20 por cento dos noventa e cinco casos discutidos no documento permaneceram ‘sem explicação’”.
O interesse pelos OVNIs parecia aumentar e diminuir conforme as ondas de visões de objetos. Notáveis foram os anos de 1973 e 1974, quando se observaram OVNIs. Com a chegada dos anos 80, informes ganharam de novo as notícias. Mas, qual foi a conclusão de cientistas e de outros peritos, nos anos recentes?
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