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Alienígenas e lugares malditos

ALIENIGENAS DO PASSADO - ALIENÍGENAS E LUGARES MALDITOS

Alerta ovnis 04
Ao longo de milhares de anos, tem havido lugares em todo o mundo considerados perigosos para os seres humanos.
Em Black Mountains na Austrália, mitos locais falam de antigos deuses em forma de serpente, responsáveis pelo desaparecimento de excursionistas.
Nas florestas do Monte Fugi, no Japão, centenas de pessoas cometem suicídio todos os anos.
Mas qual seria a causa destes locais gerarem tanto mal? Poderiam ser a chave para uma conexão com outro mundo? Seriam uma evidência de que a atividade extraterrestre tenha atraído energias negativas para estas regiões da Terra?
Vejam este Video interessante:


CASOS UFOLOGICOS NO BRASIL E NO MUNDO
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Ufologia Religião e Astroarqueologia

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O que aconteceria se interpretássemos certos fatos da Bíblia sob uma visão ufológica? O dilúvio, os anjos, os milagres ou as gloriosas visões dos profetas ganhariam um sentido desconcertante. Poucas pessoas tentam fazer uma leitura diferente da Bíblia, explorando o seu sentido de documentação
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Teoria - A origem alienígena de Cristo

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Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco- voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para
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O misterioso desaparecimento de Frederick Valentich apos relato de OVNI

Caso Frederick Valentich
"Existem milhares de relatos de avistamento de OVNI's em todo o mundo, inclusive feitos por militares e pilotos de aviões, os quais já descreveram que suas aeronaves foram acompanhadas por estranhos Objetos Voadores Não Identificados (OVNI's)".
O fantástico acontecimento descrito a seguir é sobre um desses casos!

O Piloto Frederick Valentich
Frederick Valentich foi um piloto Australiano que desapareceu em 21 de outubro de 1978.

Seu desaparecimento é cercado de polêmica, mistério e ceticismo.
A razão para isso é que o seu desaparecimento parece estar ligado a um objeto voador não identificado (OVNI) que Valentich próprio afirmou que estava voando sobre ele minutos antes do controle de rádio perder todo o contato com sua aeronave.

Frederick tinha vinte anos de idade na época.
Em 21 de outubro de 1978, às 18:19', Frederick Valentich deixou Melbourne, na Austrália para iniciar um vôo de treinamento de 125 milhas no sentido às ilhas King [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 40°15'49.45"S, 144° 9'31.37"E].
Na noite do desaparecimento, Frederick Valentick estava em sua segunda noite de vôo solo, sendo que ele estava pilotando um monomotor Cessna 182L.


Cesna 182L, modelo utilizado por Frederick Valentich durante seu último e fatídico vôo.
Um pouco depois das 19:06', Frederick Valentich fez contato por rádio com os controladores de tráfego aéreo em Melbourne para saber se havia alguma outra aeronave conhecida voando na área.

A resposta de Melbourne foi não, uma resposta que foi confirmada novamente em comunicações que se seguiram.
Depois de receber a informação de que sua aeronave era a única na região onde estava sobrevoando, Valentich disse aos controladores em Melbourne que algo estava voando próximo ao seu avião.
Com essa informação, o controle indagou Frederick se aquele objeto que ele estava avistando era um avião, ele disse que não, uma declaração que ele repetiu várias vezes durante a conversação.
Ele descreveu o objeto como tendo pelo menos quatro luzes e uma luz verde e que tinha forma alongada (muitas fontes dizem que era uma forma de charuto, mas Frederick não fez tal afirmação.)
Em um ponto, Frederick Valentich disse que ele era incapaz de dizer o que era por causa da velocidade em que estava viajando.
No entanto, o objeto voador não identificado ficava fora da sua área de visão, e em seguida aproximava-se dele a partir de ângulos diferentes diversas vezes.
Através dessas manobras Frederick foi capaz de observar os detalhes do OVNI e fornecer as informações citadas acima, mas nada mais.


Manchete do "The Australian" comentando o misterioso desparecimento do piloto "Frederick Valentch".
Alguns momentos antes dos seu desaparecimento, Valentich reportou por rádio que o estranho objeto voador não identificado (OVNI) estava se movendo na mesma velocidade que o seu avião e que voava sobre ele.

Após essa transmissão, nenhum traço de Valentich ou de sua aeronave foram jamais encontrados.
Um pouco antes do último contato de Valentich, o encanador Roy Manifold armou com tripé com uma câmera em modo de captura de imagens em intervalos pré-programados de temspo (time-lapse) na margem da praia para fotografar o sol se pondo sobre a água. Quando suas fotos foram reveladas, aparentaram mostrar um objeto se movendo muito rápido, saindo das águas do oceano e indo para o céu.
Manifold disse que as fotos foram tiradas aproximadamente às 18:47', ou 20 minutos antes de Valentich ter reportado estar com dificuldades devido ao avistamento do OVNI que o acompanhava.
Momentos antes de um estranho ruído terminar a comunicação de Valentich, ele disse:
“Minhas intenções são ir para King Island.
Aquela aeronave estranha está voando sobre mim de novo (microfone aberto por dois segundos).
Está voando e não é uma aeronave.”
Essas foram suas últimas palavras. Depois disso nem Frederick Valentich e nem tão pouco sua aeronave jamais foram encontrados.


Imagem de Satélite (Google Earth) mostrando a possível rota utilizada por Frederick Valentich entre Melbourne e as Ilhas King, bem como o local aproximado do seu desaparecimento.
Gravação com a conversa entre o piloto e o centro de comando a seguir a conversa escrita:
A fita, após muita insistência da família do piloto desaparecido e da imprensa mundial, foi liberada com ligeiros cortes. Segue abaixo a transcrição traduzida da conversa entre Frederick Valentich e o controlador de vôo:
FREDERICK – Melbourne, aqui é Delta Sierra Juliete. Há algum tráfego abaixo de mim a 5 mil?
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, não há nenhum tráfego conhecido.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, parece ser uma grande aeronave abaixo de mim 5 mil.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, que tipo de aeronave é essa?
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, aqui. Eu não posso precisar. Apresenta 4 luzes. É como as luzes de pouso de uma enorme aeronave.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. A aeronave acaba de passar sobre mim a pelo menos mil pés.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". E é uma grande aeronave? Confirme.
FREDERICK – Desconheço devido à sua velocidade. Existe alguma aeronave da Força Aérea nas vizinhanças?
CONTROLE – Delta Sierra Juliete. Não há nenhum tráfego nas vizinhanças.
FREDERICK – Melbourne, está se aproximando agora, vindo do leste na minha direção.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – (microfone se abre por dois segundo e volta a se fechar em torno de seis a sete segundos) Delta Sierra Juliete, aqui. Me parece que a coisa está jogando algum tipo de jogo. Está voando duas ou três vezes a velocidade que eu não posso identificar.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Qual o seu nível atual?
FREDERICK – Meu nível atual é 4,5 mil; 4,5,0,0.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete. E você confirma que não pode identificar a aeronave?
FREDERICK – Afirmativo.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Aguarde.
FREDERICK – Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. Aquilo não é uma aeronave; aquilo está...(microfone se mantêm aberto por 2 segundos e fecha)
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, você pode descrever a aeronave?
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, aqui. Quando passa, parece ser enorme, comprido...(microfone aberto por mais 3 segundos)...não posso identificar mais que... aquilo é muito rápido...(microfone aberto por mais 3 segundos)...está bem na minha frente agora, Melbourne.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Me informe qual o tamanho que o objeto pode ter.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, Melbourne. Parece que está estacionário. O que eu estou fazendo bem agora é orbitar, e a coisa está orbitando sobre mim também; a coisa tem luzes verdes e algum tipo de superfície metálica, pois toda ela brilha por fora.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete aqui...(microfone aberto por 5 segundos)...a coisa simplesmente desapareceu.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Melbourne, vocês saberiam informar que tipo de aeronave é aquela? Seria uma nave militar?
CONTROLE – Delta Sierra Juliete. Confirme que a aeronave desapareceu.
FREDERICK – Repita por favor...
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, a aeronave ainda está aí com você?
FREDERICK – Delta Sierra Juliete. Está...oh...não...(microfone aberto mais 2 segundos). Está agora se aproximando, vindo de sudoeste.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, aqui. O aparelho é muito estranho...agora eu o tenho a 23 ou 24...e a coisa está...
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Quais são as suas atitudes agora?
FREDERICK – Minha atitude agora é para a Ilha King, Melbourne... aguarde... a estranha aeronave está sobrevoando-me agora, bem acima, novamente... (microfone aberto por 2 segundos)... está acima de mim e não é uma aeronave...
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, Melbourne... (fim das comunicações após 17 segundos de ruídos metálicos de origem desconhecida).
           Apesar dos esforços não se encontrou nenhum destroço sequer de uma possível queda – era como se o avião e o capitão simplesmente tivessem sido desintegrados em pleno vôo. Até hoje o incidente envolvendo Frederick Valentich não tem uma explicação racional e, pelo conteúdo de sua comunicação com a Torre de Controle, há grandes indícios que Valentich tenha encontrado um UFO durante seu vôo.
Fonte: Pesquisa NET
Arranjo: Jhero CASOS UFOLOGICOS NO BRASIL E NO MUNDO
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NASA confirma Nibiru (Arq.X)

Nibiru - Decimo segundo Planeta

NASA CONFIRMA NIBIRU, SENDO QUE ESTE NAO EXISTIA!

NASA: confirma Nibiru/Elenin existe. ue? mas ele nao existia mesmo. como viria pra Terra?.
Fonte: YouTube
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NASA esta preparando ataque contra 3 naves espaciais (Hoax?)


De acordo com documentos recentemente divulgados pelos Wikileaks, os oficiais da NASA e de alto nível da União Europeia estão conscientes das três naves se aproximando da terra, e estão fazendo planos para combatê-los.

No entanto, essas 3 naves extraterrestres estão mesmo se aproximando de nós. O chamado grupo SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre) anunciou através de seu perito John Malley, o seguinte:
"Três naves espaciais gigantes estão direcionadas para a Terra. A maior delas é de 200 quilômetros de largura. As outras duas são um pouco menores".

Tudo isso foi fornecido pelos Wikileaks, onde confirmaram-se que os avistamentos de OVNIs nos últimos três meses mostram que a invasão alienígena (prevista pela SETI) já começou.

Os especialistas do SETI afirmam que a invasão pode ser confirmada quando as naves estiverem visíveis em telescópios ópticos, logo quando se distanciarem de Marte e estiverem mais próximas da Terra.

Mas também esta vindo o tão temido planeta Nibiru, que a cada 3.600 anos completa sua orbita ao Sol. Sua maior aproximação será no final de 2012 e no começo de 2013, quando causara desequilíbrios em massa na Terra.

Um astro errante que muitas vezes já passou perto do nosso pequeno planeta, e deve ter sido o responsável por grandes catástrofes ocorridas no passado.

Seus habitantes eram chamados pelos antigos sumérios de deuses, pois vieram do céu e reinavam sobre os antigos povos.

Pois os deuses estão voltando!!! Não sabemos se são amigáveis ou se são hostis, se vão nos ajudar a progredir ou a nos destruírem, a unica coisa de que sabemos e de que temos que nos preparar para a sua chegada.
Que a sorte esteja conosco!!! CASOS UFOLOGICOS NO BRASIL E NO MUNDO
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A Física das Civilizações Extraterrestres, Quão avançadas elas poderiam ser?

A Física das Civilizações Extraterrestres, Quão avançadas elas poderiam ser
1ª. Parte
Em seus últimos anos, Carl Sagan fez, em uma ocasião a seguinte pergunta: “Que significa para uma civilização ter a idade de um milhão de anos? Nós obtivemos radiotelescópios e naves espaciais há apenas umas poucas décadas; nossa civilização técnica tem apenas umas poucas centenas de anos... Uma civilização avançada de milhões de anos está muito mais longe de nós do que nós estamos de um pequeno arbusto na forma de um símio”.

Ainda que qualquer conjectura sobre tais civilizações avançadas seja só uma especulação, penso que podemos usar as leis da Física para estabelecer os limites superiores e inferiores destas civilizações.
Em particular, agora que as leis no campo da Teoria Quântica, Relatividade Geral, Termodinâmica, etc., estão bastante bem estabelecidas, a Física pode impor amplos limites físicos os quais restringem os parâmetros destas civilizações.
Esta pergunta não vai mais além de uma frívola especulação. Dentro de pouco, a humanidade pode sofrer um choque existencial quando a atual lista de uma dezena de planetas extra-solares do tamanho de Júpiter cresça a centenas de planetas do tamanho da Terra, gêmeos quase idênticos de nosso lugar celeste.
Estamos iniciando o uso de uma nova classe de telescópio, O telescópio espacial de interferometria, o qual usa a interferência de os raios de luz para amplificar O poder de resolução de os telescópios.
Por exemplo, a Missão de Interferometria Espacial (Space Interferometry Mission o SIM) consta de múltiplos telescópios situados ao largo de uma estrutura de 10 metros. Com uma resolução sem precedentes aproximando-se do limite físico da óptica. O SIM é tão sensível que quase desafia a imaginação: orbitando a Terra, pode detectar o movimento de uma lanterna agitada por um astronauta em Marte!
O SIM, ademais, pavimentará o caminho para o Buscador de Planetas Terrestres (Terrestrial Planet Finder), que deverá identificar ainda mais planetas similares a Terra. Este poderá analisar as 1.000 estrelas mais brilhantes em um raio de 50 anos luz desde Terra e se centrará nos 50 a 100 sistemas planetários mais brilhantes.
Tudo isto estimulará um esforço ativo em determinar se algum deles pode albergar vida, talvez alguns com civilizações mais avançadas que a nossa.
Ainda que seja impossível predizer as características exatas de tais civilizações avançadas, podemos analisar seus limites usando as leis da Física. Não importa quantos milhões de anos nos separem deles, eles devem obedecer também às leis “de ferro” da Física, as quais estão já o bastante avançadas para explicar muito, desde as partículas subatômicas até a estrutura em enorme escala do Universo.

A Física das civilizações de Tipo I, II, e III
Em concreto, podemos classificar as civilizações por seu consumo de energia, usando os seguintes princípios:

1) As leis da termodinâmica: inclusive uma civilização avançada está limitada pelas leis da termodinâmica, especialmente pela Segunda Lei, e pode, portanto ser classificada pela energia de que dispõe.

2) As leis da matéria estável: a matéria bariônica (baseada em prótons e nêutrons) tende a reunir-se em três grandes agrupamentos: planetas, estrelas e galáxias. Isto está bem definido pelo produto da evolução galáctica e estrelar, fusão termonuclear, etc.

3) As leis da evolução planetária: qualquer civilização avançada deve incrementar seu consumo de energia mais rapidamente que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida (por exemplo, impactos de meteoritos, glaciações, supernovas, etc.). Se crescem mais lentamente, estão condenados à extinção. Isto marca O limite inferior para a taxa de crescimento de estas civilizações.

Em um artigo original publicado em 1964 no Journal of Soviet Astronomy, o astrofísico russo Nicolai Kardashev teorizou que as civilizações avançadas devem estar agrupadas de acordo com três tipos: Tipo I, II, e III, as quais chegaram a dominar as formas de energia planetária, estrelar e galáctica, respectivamente. Kardashev calculou que o consumo de energia destes três tipos de civilização estariam separados por um fator de muitos milhares de milhões. Porem, que tempo levará alcançar a situação de Tipo II e III?.

O astrônomo de Berkeley Don Goldsmith nos recorda que a Terra recebe ao redor de uma bilionésima parte da energia do Sol, e que os humanos utilizam só uma milionésima parte desta. De modo que consumimos ao redor de uma trilhonésima parte da energia total do Sol. Na atualidade, a produção energética total de nosso planeta é aproximadamente de 10 trilhões de ergs por segundo. Porém nosso crescimento energético aumenta de forma exponencial, e, portanto podemos calcular quanto nos levaria alcançar a situação de Tipo II ou III.

Goldsmith disse: “Veja quão longe chegamos no uso da energia uma vez que compreendemos como manipular, como obter combustíveis fósseis e como criar energia elétrica a partir da força da água, e assim sucessivamente; temos aumentado nosso uso de energia em uma quantidade extraordinária em apenas um par de séculos comparado com os milhares de milhões de anos de existência de nosso planeta... e da mesma forma poderia isto se aplicar a outras civilizações”.

O físico Freeman Dyson estima que, em um prazo não maior do que 200 anos, deveríamos alcançar plenamente a situação de Tipo I. Deste modo, crescendo a uma modesta taxa de 1% por ano, Kardashev estimou que levaríamos 3.200 anos para alcançar a situação de Tipo II, e 5.800 anos a situação de Tipo III.

Por exemplo, uma civilização de Tipo I é plenamente planetária, dominou a maioria de formas de energia de seu planeta. Sua produção de energia pode estar em ordem de milhares de milhões de vezes a produção atual de nosso planeta. Mark Twain disse uma vez: ”Todo mundo se queixa do clima, porém ninguém faz nada para mudá-lo“. Isto poderia mudar com uma civilização de Tipo I, a qual tenha suficiente energia para modificar o clima. Também teriam suficiente energia para alterar o rumo de terremotos, vulcões, e construir cidades nos oceanos.

Atualmente, nossa produção de energia nos qualifica para o estado de transição do Tipo 0 para a consolidação do Tipo I. Derivamos nossa energia não do aproveitamento de forças globais, mas da combustão de plantas mortas (por exemplo, petróleo e carbono). Porém, já podemos ver as sementes de uma civilização de Tipo I. Vemos o começo de uma linguagem planetária (Inglês), um sistema de comunicação planetário (Internet), uma economia planetária (a força da União Européia, por exemplo), e inclusive os começos de uma cultura planetária (meios de comunicação, TV, música rock, e cinema).

Por definição, uma civilização avançada deve crescer mais rápido que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida. Como o impacto de um grande meteorito ou cometa tem lugar uma vez a cada poucos milhares de anos, uma civilização de Tipo I deve dominar a viagem espacial para desviar os escombros em um lapso de tempo que elimine o problema. As glaciações têm lugar em uma escala temporal de dezenas de milhares de anos: então civilização de Tipo I deve aprender a modificar o clima dentro deste marco temporal.
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Reportagem Russa sobre Nibiru (Vídeo)

O que é o Segundo Sol 02
Cada Sol está ligado a outro Sol, que é seu duplo (SEGUNDO SOL) ou seu triplo, e o duplo do nosso Sol chama-se Hercólubus, também chamado por nossos cientistas de Planeta X, Nêmesis, (alguns usam equivocadamente o termo Nibiru) é o gêmeo solar que volta no plano do eclíptico no qual giram os planetas.
Talvez essa confusão começou pelo fato que Nibiru estava em órbita de Hercólubus, e no passado, quando de sua aproximação com a Terra, também se aproximava Nibiru, onde existem registros de antigas civilizações (por exemplo Sumérios), sendo Zecharia Sitchin um dos maiores estudiosos dessa civilização que vive em Nibiru (os Annunakis).
Resumindo, Nibiru é uma embarcação metálica dos Annunakis de tamanho considerável (bem maior do que a Terra), que estava em órbita ao redor de Hercólubus, e que desde 2009 foi desviada de sua rota, "expulsa" do nosso sistema solar.
PORÉM HERCÓLUBUS VEM E ESTÁ CHEGANDO.
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OVNI Nazista - A história de uma mitologia

OVNI Nazista
O mito UFO Nazi teve três fases distintas, com períodos longos de silencio no meio. O primeiro nos anos de 1950, quando alguns pesquisadores encontraram um vasto arquivo, da fabricação alemã de foguetes e "chapéus voadores" na Rússia. Os EUA reivindicaram, serem ao menos em parte, responsável por projetos similares do disco. Schauberger suposto inventor e construtor desta tecnologia na Alemanha, ainda vivo naquele tempo, não comentou nada e não fez nenhuma reivindicação para si.
Então, ao redor 1975, o canadense Ernst Zundel, com o também historiador Christof Friedrich notórios por suas pesquisas da realidade do Holocaust, publicaram (Mattern Friedrich) o UFO do livro - arma do segredo de Nazi? Entre perguntas como "É Hitler ainda vivo?" E "Os nazistas têm a bomba de átomo?" Especulou veementemente sobre tecnologia perdida dos Nazistas e, pela a primeira introduziu-se um número de elementos chaves a respeito da participação suposta de Schauberger. Zundel escreve: "Schauberger fez experiências em 1940-41 em Viena e seus modelos, do diâmetro de 10 pés (3m) eram muito bem sucedidos que muito, nos primeiros testes, elevavam-se verticalmente em velocidades surpreender que um modelo foi projetado através do teto de 7,3 m do hangar. Após este sucesso, as experiências de Schauberger classificadas como "Vordringlichkeitsstufe" - prioridade elevada - e foi dado fundos e facilidades do governo para suas pesquisas . Estas pesquisas incluíam mão de obra de prisioneiros especializados que trabalharam no campo de concentração em Mauthausen para a fabricação de algumas peças dos discos voadores de Schauberger. É através destes prisioneiros que a história ficou conhecida.
Zundel forneceu também uma história diferente morte de Schauberger. Embora Schauberger tenha morrido realmente em 1958, a versão de Zundel é: "Viktor Schauberger viveu por certos anos nos Estados Unidos após a guerra onde foi forçado a trabalhar em projetos de UFOs. Seus projetos foram discutidos exaustivamente e então um dia desapareceu em Chicago. Seu corpo golpeado foi encontrado mas sobre quem matou Schauberger ou porque foi morto nunca descobriram. Uma versão é que os gangsters tentaram roubar seus segredos do projeto e o mataram acidentalmente." Zundel publicou os primeiros desenhos e os designou como "chapéus voadores-electro-magnetically-powered".
No ano seguinte Olof Alexandersson, engenheiro elétrico sueco, que foi prisioneiro no campo de concentração em Mauthausen escreveu em uma auto-biografia: "Em 1943 Schauberger recebeu um chamado do comandante de uma companhia de pára-quedistas na Itália, mas logo depois, a ordem veio de Himmler que deveria se apresentar na faculdade dos SS em Viena-Rosenhugel. Quando chegou, foi feito uma visita ao campo de concentração em Mauthausen, onde devia contatar o standartenführer Zeireis dos SS, que lhe disse que teve instrução pessoal de Himmler: "Nós consideramos sua pesquisa científica muito importante e queremos que você desenvolva o projeto. Você pode agora ou escolher uma equipe científica de técnicos e de físicos entre dos prisioneiros, para desenvolver as máquinas que utilizam a energia que você descobriu, ou em caso de recusa você será preso."
Schauberger escolheu compreensivelmente a primeira opção (mas insiste que seus ajudantes não deveriam mais serem considerados prisioneiros) e assim um período intensivo do estudo e testes teve inicio. Após os SS e a faculdade, onde a pesquisa estava ocorrendo, foi bombardeada, Schauberger e sua equipe foram transferidos a Leonstein, perto de Linz. O projeto que iniciam lá era um disco voador impulsionado por uma turbina a jato.
Os resultados da pesquisa estavam surpreendendo: era um sucesso e uma falha. Schauberger explicou mais tarde estes imprevistos numa carta, em 28 de fevereiro de 1956 ao ministro da defesa da Alemanha Ocidental Strauss: "o primeiro disco levantou-se inesperadamente, no primeira teste, ao teto, e foi destruído."
Alexandersson escreveu retrato ligeiramente diferente "dos chapéus voadores", provavelmente apenas removeu os insígnia Zundel da Luftwaffe, e desenhando uma outra insígnia imaginária em cima das de Zundel.
Desde então, os apontamentos do arquiteto Callum geraram uma série de livros que refletem um interesse persistente em teorias de Schauberger sobre a água e a impulsão. Em 1996 publicou o que parecem ser fotos reais dos "chapéus voadores", com desenhos muito avançados, dizendo: "apesar de seu tamanho compacto, esta máquina gerou uma força tão poderosa de empuxo que no primeiro teste (sem permissão de Viktor Schauberger e em sua ausência!), arrancou os seis parafusos da corrente de aço reforçada de quatro polegadas [6mm] que o estavam sustentando, e disparou para cima indo despedaçar-se de encontro ao telhado do hangar."
Os relatos citam também uma matéria ', publicada na edição undated 93: "há muitos boatos sobre o que Schauberger fazia realmente durante este período, a maioria de que sugerem que estava construindo discos voadores para e sob supervisão do exército. Soube-se mais tarde o que o "disco voador" alçou vôo em Praga em 19 fevereiro 1945, que se levantou a uma altura de 15.000 metros [50,000ft] em três minutos e alcançou uma velocidade de kph 2.200 [ 1.370 mph ], era um desenvolvimento do protótipo que foi construído no campo de concentração de Mauthausen.
Schauberger escreveu: "Eu só soube deste evento depois da guerra com um dos técnicos que tinham trabalhado nele. Em uma carta a um amigo, datado o 2 agosto 1956, Schauberger comentou," Keitel deu ordem para destruir a máquina imediatamente antes do fim da guerra."
Por Juarez Prata de Almeida
Fonte: CUB
Jhero
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ÓVNIs a ciência reconhece as evidências

Alerta Ovni arquivo X
Esse vídeo é parte de um documentário maior sobre Ufos nos anos 70, nessa parte em particular é mostrado provas incontestáveis.

Veja o documentário inteiro, lista de Reprodução:
http://www.youtube.com/user/SeteAntigos?feature=mhee#g/c/05E7B27773187767 
 
São implantes extraterrestres colocados nos corpos de pessoas abduzidas, esses aparelhos ao serem analisadas por cientistas honestos ficou comprovado serem de tecnologia desconhecida na Terra, e o material que são feitos é inexistente na Terra.


Existe um numero enorme de provas físicas da presença extraterrestre, quem diz que não, é por que não estudou, não analisou os dados científicos vastos sobre o assunto.

Não há duvidas, "Eles" estão entre nós, a ciência honesta e lúcida reconhece isso.

Fonte: YouTube
Jhero
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Roswell - Foram dois OVNIs e não um?

Roswell: ‘Foram dois UFOs e não um’, diz ex-coronel da USAF

Roswell dois ovnis
Richard 'Dick' French
A história, recombinada diversas vezes por teóricos da conspiração em inúmeros documentários, gira em torno das acusações de que um objeto incomum caiu do céu – um objeto tão bizarro que a Força Aérea Norte-Americana (USAF) emitiu um comunicado de imprensainformando que um disco voador havia se acidentado. No entanto, logo em seguida foi rapidamente retirado e desmentido, criando o que se tornaria uma das maiores lendas urbanas na história americana.
Grande parte dos céticos duvidava até mesmo que tivesse ocorrido algo similar. Agora, ementrevista exclusiva, o ex-coronel da Força Aérea Richard E. French [Dick French] declarou ao jornalThe Huffington Post que ocorreram duas quedas! Esta suposta revelação é especialmente notável, considerando que French era conhecido no passado por desmentir histórias de UFOs [Veja Coronel da Força Aérea Norte-Americana revela que desmentia casos ufológicos].
“Houve na verdade dois acidentes em Roswell, que a maioria das pessoas não sabe”, comentou aoHuffPost. “O primeiro foi abatido por um avião experimental dos Estados Unidos que estava voando fora de White Sands (Novo México) e disparou efetivamente uma arma de pulso eletrônico que desativou e tirou todos os controles do UFO, e por isso ele caiu”.
French, piloto da Força Aérea que estava na cidade de Alamagordo em 1947, sendo testado em uma câmara de altitude – exigência anual para classificação de oficiais -, foi muito específico na forma como os militares supostamente derrubaram o que ele acredita ter sido uma nave de outro mundo. “Quando eles o acertaram com esse pulso eletromagnético, bingo! Lá se foram todos os seus aparelhos eletrônicos e, consequentemente, o UFO ficou incontrolável”, disse French, que voou em centenas de missões de combate na Coréia e Sudeste Asiático, e ocupou vários cargos de trabalho na Inteligência Militar.
CRÉDITO: ROSWELL DAILY RECORD
O jornal Roswell Daily Record de 09 de julho de 1947
O jornal Roswell Daily Record de 09 de julho de 1947. Leia o conteúdo integral deste e outros recortesclicando aqui.
Outro oficial da reserva rechaça esta versão
“Sem chance! Chance zero!”, disse o coronel do Exército John Alexander [Cuja bombástica entrevista será publicada pela Revista UFO em breve], que possuia acesso ultrassecreto, o que lhe proporcionou na década de 80 a entrada nos arquivos ufológicos e documentos oficiais. Ele criou um grupo de alto nível de autoridades governamentais e cientistas determinando que enquanto os UFOs forem reais, não poderiam encontrar evidências de um acobertamento oficial.
“Na década de 1980, eu era o cara que desenvolvia todos os sistemas de armas de energia de pulso. Então, nós não poderíamos ter feito isso. Na década de 60, eles tinham um sistema de laser, mas seu alcance foi extremamente limitado, e não possuíamos armas laser operacionais durante esse período”, disse Alexander, que está trabalhando para obter a anistia para os militares que desejam contar suas experiências com UFOs [Veja Ex-coronel norte-americano quer anistia para militares testemunhas de UFOs].
Exceto a manchete inicial do jornal declarando que os militares haviam capturado um disco voador fora de Roswell, a Força Aérea encerrou os relatórios, alegando que a verdadeira identidade do objeto foi um balão de vigilância de alta altitude, com codinome “Mogul“. Mas depois de testemunhas oculares – incluindo vários militares – surgirem e começarem a contar histórias de sua participação num possível encobrimento do incidente, alguns pesquisadores insistiam que era, na verdade, uma nave alienígena que caiu em Roswell.
French diz que foi informado sobre a “derrubada” do UFO por outro militar – uma fonte confidencial – deWhite Sands Proving Grounds, uma área do deserto do Novo México, onde os militares testaram muitos sistemas de armas. Sua fonte disse que houve um segundo acidente com UFO perto de Roswell, poucos dias após o primeiro. “Foi a poucos quilômetros de onde aconteceu o acidente original”, disse French. “Nós pensamos que a razão pela qual eles [alienígenas] estavam lá naquele momento era tentar recuperar peças e todos os sobreviventes da queda do primeiro. Eu estou me referindo às pessoas do espaço sideral, os caras que eram do UFO”.
Retorno ao Blue Book
Enquanto French não oferece mais detalhes sobre o que ele diz ter sido a segunda queda de UFO, provocou ainda mais. “Eu tinha visto fotografias de partes do UFO que tinham inscrições semelhantes a uma língua árabe, como um número de peça a cada uma delas. Eram fotografias em uma pasta, que eu apenas folheei”.
É um paralelo interessante com a recente história do ex-agente da Central Intelligence Agency (CIA) Chase Brandon, que afirmou ter encontrado uma caixa na sede da CIA na década de 90, com a etiqueta “Roswell”[Veja Ex-agente da CIA teria confirmado Caso Roswell durante entrevista]. Brandon disse ao HuffPostter olhado dentro dela, contendo materiais escritos e fotografias, confirmando suas suspeitas de que o objeto que caiu em Roswell “era uma nave que claramente não veio deste planeta”. Esse depoimento desencadeou uma fúria de controvérsias entre aqueles que acreditaram e não acreditam na história de Brandon.
E agora temos French, que serviu por mais de 27 anos nas Forças Armadas, incluindo a tarefa de investigar e desmistificar para o famoso estudo da Força Aérea sobre UFOs, conhecido como o projetoBlue Book, que começou em 1947. “Eu sou um dos autores do projeto Blue Book e começamos com o escritório de investigações especiais da Força Aérea, estacionados em Spokane, Washington. Um dos deveres que tive em 1952 foi desmentir histórias de UFOs”, disse. “Em outras palavras, se alguém tivesse um avistamento de UFO, eu e outro agente chegávamos a alguma explicação lógica para esta estranha aparição aérea. A maioria dos relatórios eram de civis, demos nossa análise e tentamos ridicularizar dizendo era gás de pântano ou que a coisa que viram realmente estava pendurada em fios. Passou através de canais de todo o tipo, até o nível presidencial”.
Mas por que French estava ordenado a desmerecer os relatórios sobre UFOs? “Eles nunca lhe dão uma explicação, mas eu vou te dizer minha análise do que é: se eles aceitaram o fato de que existem criaturas que vêm para a Terra de outros universos, ou de onde quer que sejam, basicamente destruiria as religiões, e admitir o fato de que nosso Exército é impotente contra eles seria acabar com a reputação dos militares”, disse French. “Você está falando de Defesa Militar, Nacional e motivos religiosos”.
Como muitas vezes acontece com supostas histórias esclarecedoras envolvendo UFOs, tudo se resume ao que você acredita.
Investigação e busca de dados
Antonio Huneeus é um repórter investigativo veterano, com 30 anos de pesquisas ufológicas, que recentemente passou um tempo com French e está tentando descobrir mais fatos sobre as informações que o antigo oficial da Inteligência Militar quer fazer crer. “Fizemos uma pesquisa e encontrei o seu nome numa página oficial da Força Aérea confirmando que ele era um piloto de combate, mas essa página não tinha nada a ver com UFOs”, disse Huneeus, editor da revista Open Minds.
“Minhas reservas são algumas das reivindicações que ele faz, e por causa de sua idade, a memória não é tão boa como costumava ser”, comentou Huneeus. “É claro para mim que ele é muito bem informado sobre o assunto, ou pode ter ouvido histórias e conversado com pessoas. Então, eu estou tentando separar exatamente o que ele viveu e viu diretamente do que ouviu e leu”.
60 anos após French começar a investigar os UFOs para o projeto Blue Book, ele ainda pensa que há um acobertamento. “Isso está acontecendo hoje. Não há dúvida. Eu escutei suas negações muitas vezes e, naquela época, eu estava em oposição direta a sua posição. Em minha mente, não havia qualquer dúvida de que os UFOs eram reais.”
CRÉDITO: ARQUIVO REVISTA UFO
Informação, desinformação, despistamento. Ainda não se sabe o que de fato querem as últimas figuras surgidas no meio ufológico, como Chase Brandon e e Richard French
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A face oculta de um terrivel segredo escondido da humanidade

Todas as agências do governo mentem parte do tempo, mas a NASA é a única que encontrei que faz isso rotineiramente"
George A. Keyworth - ex-Consultor de Ciências do Governo Americano, em pronunciamento ao Congresso dos EUA
 
Publicado por ORIGINAIS OADM
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Máquina alienigena na Antártida?

Ufos alertas
Interessante caso sobre uma suposta máquina alienigena encontrada no subsolo da Antártida e que teria causado diversos fenomenos estranhos inclusive um suposto vórtice de tempo.
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Um bosque estranho ao lado de Moscou pode ser local de aterrizagem de extraterrestres

Um bosque estranho ao lado de Moscou

A 200 quilômetros ao sul de Moscou, perto de cidade de Ryazan, há um local onde, possivelmente, aterrizou um OVNI. No bosque, numa pequena área, crescem árvores recurvadas de modo incomum.

Pesquisadores de fenômenos anômalos estão convictos de que as árvores foram entortadas pelo campo de força da nave dos extraterrestres.
Habitantes locais chamam este local de “bosque bêbado”. Ele surgiu há relativamente pouco tempo – há 50-60 anos. Antes disso havia ali um bosque de carvalhos. Quando cortaram os carvalhos em seu lugar plantaram pinheiros.
Nenhum dos moradores locais lembra se a nova plantação de coníferas logo cresceu torta ou entortou com o tempo. Correm muitas lendas e crendices entre os habitantes mais velhos. Afirmam que nesse local combateram outrora duas feiticeiras de aldeias vizinhas. Os golpes de energia mágica atingiram os troncos das árvores e entornaram-nos – transmite as crendices locais o culturólogo e coletor de folclore Andrei Gavrilov:
“Habitantes locais contaram que viram aqui pessoas estranhas. Aparentemente uma pessoa. Mas se olhassem com mais atenção ela tinha cabeça de lobo ou de cão. Resumindo, um monstro. É perfeitamente possível que isto esteja relacionado justamente com a lenda sobre a luta de duas feiticeiras”.
Nisto não terminam os prodígios. No bosque “bêbado” não há grama nem aves. Mas a poucos metros do trecho estranho há grama e pássaros cantam. É interessante também que nesse local somente as coníferas têm a forma recurvada incomum. As foliáceas crescem direito.
Os cientistas supõem que a versão mais provável do surgimento do bosque “dançante” ou “bêbado” é anomalia geomagnética – diz o diretor do museu regional local, Alexander Gavrilov :
“Toda a questão são as brechas geotectônicas da crosta terrestre. Tais brechas provocam saídas da energia dos campos de torção, torrentes de turbilhão, que entortam as árvores. Simplesmente a natureza de tais campos e energia ainda é pouco estudada".
Trechos do bosque com árvores recurvadas de modo incomum podem ser encontradas também no oeste da Rússia, no litoral do mar Báltico, na região de Kaliningrado. E ali os cientistas também negam qualquer misticismo e falam que tudo se deve aos campos geomagnéticos.
E os habitantes locais afirmam que estes locais são medicinais. E que as árvores encurvadas de modo incomum possuem energia especial, que influi positivamente sobre a pessoa.
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O que são essas luzes estranhas no céu?

halos-de-gelo-fenomenos-luzes-naturais
Apesar dessas luzes parecerem seres alienígenas com vida própria, não há nada de antinatural nelas. Muito pelo contrário, elas foram produzidas por fenômenos atmosféricos do nosso planeta: halos de gelo.

O vídeo abaixo, por exemplo, ilustra um acontecimento bastante raro chamado de “cachorro do sol pulando”. As imagens foram capturadas em Singapura em agosto de 2011.
Segundo a NASA, uma descarga atmosférica em uma nuvem de chuva pode mudar temporariamente o campo elétrico acima da nuvem, onde cristais de gelo ficam carregados e refletem a luz solar.
A hipótese é que um novo campo elétrico rapidamente reorienta os cristais geométricos em uma nova direção que reflete a luz solar de forma diferente (causando os “pulos”). Uma descarga de relâmpago é o que aciona essa mudança. O campo eléctrico pode ser restaurado à sua forma antiga, assim, os cristais de gelo voltam à sua orientação original e o cachorro para de “pular”.

Halos de gelo

Halos de gelo ocorrem quando minúsculos cristais de gelo são suspensos no céu e refletidos pelo sol. Os cristais podem estar a alturas elevadas em nuvens do tipo cirros, ou mais perto do chão, por exemplo, em um nevoeiro gelado.

Do mesmo jeito que gotas de chuva dispersam a luz em arco-íris, os cristais de gelo podem refletir e refratar a luz na qualidade de espelhos ou prismas, dependendo da forma do cristal e do ângulo de incidência.
Enquanto halos mais baixos só acontecem em climas frios, nuvens cirros são tão altas que são muito frias em qualquer lugar do mundo, por isso até pessoas nos trópicos durante o verão têm uma chance de ver esses fenômenos (existem vários tipos de halos de gelo).

Confira os vídeos de alguns:

Jaisalmer, Índia, em agosto de 2012

Polônia em 2014

Aeroporto Suvanabhumi, Tailândia, em maio de 2014

Greenwood, Indiana, EUA, em junho de 2015

Halo de gelo colorido visto de uma aeronave

Foguete Atlas V, do Observatório da Dinâmica Solar da NASA, destrói um halo de gelo em fevereiro de 2010


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OVNI UFO - O caso Patero, Intrigante caso envolvendo 2 abduções

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Intrigante caso envolvendo 2 abduções com intervalo de cerca de 1 ano que resultou na testemunha sendo deixada a quilômetros de distância do local da abdução.
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